quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Théo e Bruno

Logo que pegamos o Théo senti a empatia dele com Daniel e vice-versa. Com Bruno essa ligação não foi imediata. Primeiro que o cachorro é muito grande e logo de cara derrubou minha criancinha, assustando-o e machucando. É natural, pois Théo chegou aqui eufórico porque estava preso e meio maltratado, acho que quando viu duas crianças sentiu que aqui seria só alegria.

Nos dias seguintes Théo derrubou novamente o Bruno e foi dar uma lambida em sua cabeça, o que custou mais uma pancada no chão. Não foi fácil, mas aos poucos, corrigindo o cachorro e orientando Bruno para tomar os cuidados necessários, eles estão se acertando. Agora que Daniel vai para escola de manhã e Bruno fica sozinho comigo, ele arrisca umas brincadeiras e um maior contato com o cão.

Tenho registrado essa aproximação, que da parte do Théo é como se ele disse> estou de boa, amo crianças, chega aí....mas não muito porque você também não é flor que se cheire. Me puxa no rabo, quer montar em mim como se fosse um cavalinho, puxa nas minhas orelhas.

Enfim, já percebi que um conhece muito bem o outro e eles seguem desenvolvendo o relacionamento. Fiz até uma tirinha com as aproximações que renderam muitas risadas.











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